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Reinos de Ferro 2.0

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Rebobinando a fita...

Marpenoth 19, 1372 CV - Outono do Ano da Magia Selvagem

Atendendo a pedidos, fazendo alguma justiça, e evitando rompantes emocionais, os persons foram revividos pelo misterioso grupo. Eles não puderam ver isso, mas seus salvadores foram três homens e uma mulher, que era acompanhada por uma pantera negra.

Voltando para casa para se reestabelecer, logo vieram as más notícias: Aquiles estava amaldiçoado por aquela famigerada espada da discórdia, e nada menor que um Desejo poderia salvá-lo. Lhe restavam apenas 4 dias.

Lars, o prefeito, mesmo agradecido pelo retorno de sua filha, não dispunha dos recursos necessários para comprar a magia para o uso do aventureiro, mas também apresentou uma solução: Um antigo amigo seu, Nicodemus, poderia prestar esse favor em nome de sua amizade. Ele vive em uma aldeia próxima aos Thunderpeaks, cerca 2 ou 3 horas além de Arabel. Uma nova jornada, uma missão a cumprir, talvez alguns detalhezinhos como uma festa de aniversário fiquem para trás, mas quem liga pra essas coisas afinal? E que mal elas podem fazer?

Passando por Arabel, aproveitaram para prover um upgrade em seus equipamentos, proveniente das barras de mithril adquiridas na cidade.

Na mesma noite, Resolveram prestar ajuda a um velho ferido (detalhe: ferido por aquele baixinho esquisito da foice) dizendo que sua vila estava sendo saqueada por orcs (problema familiar).

O grupo foi gentil e hospitaleiro com o desconhecido, lhe fornecendo inclusive acomodações na pousada. No dia seguite, partiram para o vilarejo - que diga-se de passagem era o mesmo para onde os persons já iam.

Infelizmente, Nicodemos estava de viagem já haviam dois meses, e não se sabia se voltaria em breve. Mesmo assim, o grupo investigou as proximidades do lugar, vindo a descobrir que acampamentos orcs foram feitos nas redondezas... Uma base orc estava por perto. Estranhamente, o velhinho que lhes havia pedido ajuda desapareceu, e ninguém da vila sequer disse conhecer tal pessoa...

Com cautela, avançaram mata e montanha adentro, sob chuva forte, até que encontraram o que parecia ser uma fissura na rocha, guarnecida por orcs.

Porém, explorando uma região próxima, encontraram novamente o estranho mercador...

Equipados, e com perspectivas ruins do que poderia acontecer a eles, partiram para a caverna. Segundo contou o ancião da aldeia e confirmou o mercador, essas galerias eram o lar de um clã inteiro de anões do escudo, que desapareceu misteriosamente de um dia para o outro, sem deixar qualquer rastro.

Na caverna, o que parecia ser a entrada de uma galeria anã, mas ocupada por orcs, estranhamente agrupados - afinal, sabe-se que a única coisa capaz de manter um grupo de orcs coeso é apenas algo mais forte que eles. Junto a isso, a estranha criaturinha foi vista com eles, conduzindo prisioneiros por um corredor.

Depois de explorar e quase morrer diversas vezes para um inimigo terrível e implacável (uma ponte de cordas), ao fundo da caverna foram encontrados os referidos reféns, mas algo acontecia, os orcs estavam sob severo ataque mágico!

Atuando por si próprios no combate, o grupo libertou os reféns, mas não sem antes ver quem eram os atacantes. A criaturinha, agora em uma forma avantajada e demoníaca de si mesma, lutava contra 3 ogres com facilidade, enquanto seu mestre fulminava os orcs com bolas de fogo e relâmpagos. A face do mentor foi revelada, assim como seu nome: Onaga.

Um duergar, mago, feiticeiro ou coisa pior. Usando poderes telepáticos, atirou Dilana contra a parede quando esta tentou pasar correndo por ele. Como se não bastasse, chamou sua criatura para enfrentar novamente os heróis. Mas desta vez, eles estavam preparados. Enquanto Onaga e a diabólica criatura escapavam por um grande fosso escuro no fim da caverna, o morto vivo Faminto atacava os aventureiros.

O grupo se organizou no combate à criatura e, mesmo sofrendo seus ataques, a venceria com certeza, mas Onaga retornou, paralizou a todos e levou sua criatura consigo, dizendo que ela ainda precisava de aprimoramentos, e que prevaleceria o empate. Fugiu novamente, para o interior do escuro fosso.

Minutos depois, quando a paralisia passou, revirando as instalações orc descobriu-se que esse grupo e o grupo anterior de orcs foram contratados por Onaga para sequestrar humanos para suas experiências. Esta caverna seria a base de operações de Onaga, mas os orcs descobriram o fosso no seu interior e resolveram que seriam os donos do tesouro que supunham existir ali. Formentaram um motim. Tolos. Muahahahahahahaha!!

Retornando, restava apenas um dia para a maldição acabar com Aquiles, e os heróis nada poderiam fazer. Sequer dinheiro a população da vila possuía. Tristes, fizeram o caminho de volta, quando em determinada altura, já novamente perto de Immersea, encontraram o tal velhinho à sombra de uma árvore.

Agradecendo e deixando o grupo atônito, o velho, rejuvenescendo gradativamente e se livrando de seus farrapos para deixar à mostra uma reluzente armadura, disse que já não acreditava mais que existiam heróis de verdade sobre a face de Toril, e que queria ver por sua pórpria conta. Antes de sumir no brilho do sol, deixou seu pagamento aos heróis, na forma da cura de seu amigo e em um presente para cada um, na forma de aprimoramento interior.

Missão cumprida, conheceram Tyr pessoalmente, salvaram seu amigo amaldiçoado e resgataram os habitantes de uma vila no processo. Claro, não se pode deixar de fazer mesura ao verdadeiro herói da vez,aquele membro especialmente brilhante e heróico...

É isso aí Yago! ensina pra eles como que faz! XD

Ps: Agora a campanha virou citicom! Como presente pelo resgate de seu filho David, Silas Thunderblade lhes deu uma pequena fortaleza, e o grupo foi contratado para guarnecer a cidade.

Alusair livrou o Iluminado de seus afazeres no castelo, assim como Storm concordou com a partida de Dilana e de sua filha. Todos juntos, inclusive a esposa freaky do Iluminado agora moram juntos em um pequeno castelo, enquanto o druida estranho Lothus Evenfall cuida do jardim. Laureana partiu da cidade em busca de conhecimento, e aquele estranho buraco continua nos pensamentos dos heróis...

O que haverá naquele lugar?
Onde estão os anões?
Para onde Onaga e seus subordidados foram?
O que o anel de Dilana faz?
Cadê o cavalo do Edward?
Lothus é hermafrodita ou andrógino?
Quem matou Kennedy?

Perguntas, perguntas... perguntas...

_________________________________009

Tragédia!!
Marpenoth 17, 1372 CV - Outono do Ano da Magia Selvagem
Depois da festa, e seguindo adiante com a expedição, o grupo adentra o cemitério abandonado de Tilverton, procurando por Laureana. Logo na entrada, quase foram vitimados por uma criatura extraplanar, que à primeira vista se disfarça como um simples canteiro de flores. Felizmente, um estranho lhes prestou ajuda...
Porém, tomados pela ganância por uma arma mágica, o grupo recusou negociar com o estranho mercador. "Você não pode ter duas chances de vender algo que não quer". Um conselho. Um conselho útil, que foi ignorado. E o preço pago foi alto.

No cemitério, runas de proteção e grandes quantidades de esqueletos. Apesar de sua fragilidade, a quantidade se tornava um problema. Ao mesmo tempo, uma repugnante criaturinha cumpria as ordens de seu enigmático mestre.
Evitando o confronto direto, mas torrando a paciência com seus ataques, o pequeno freaky fugiu após usar seu ataque especial de sugar habilidades em alguns dos heróis - mas principalmente em Laureana (que já havia sido encontrada), que era seu alvo prioritário. Fugiu para dentro do templo abandonado, de onde posteriormente os gritos de David puderam ser ouvidos. Laureana, agora com o grupo após ter sido retirada de uma mausoléu-prisão, demonstrava possuir alguns pequenos poderes clericais.

O grupo, num ímpeto de medo, com suas forças enfraquecidas, resolveu correr para salvar David, caindo em uma armadilha preparada pelo maníaco da foice. Todos foram tragados para dentro de um grande fosso. Laureana, num ímpeto de salvar David e seus novos amigos, fez aflorar em si mesma características que até então ela mesma desconhecia possuir. Durante a queda, conseguiu amortecer o impacto de seus aliados ao abrir grandes e resplandescentes asas de pássaro, abviamente mágicas, que desapareceram assim que ela caiu inconsciente pelo esforço.

Mas o problema maior ainda estava por vir. David era arrastado por uma corda, em direção a algo que grunhia no escuro. Salvá-lo da corda foi fácil, mas então aquela criatura surgiu...
A criatura pedia por ajuda, perecia em sua própria repugnância e pedância. O Blefe fez com que o paladino se aproximasse demais - decisão fatal. O monstro o agarrou, e com sua mordida vorpal dilacerou seu corpo sem chance de defesa. O mago a atingiu com um golpe de espada, apenas para ativar um efeito mágico devastador: qualquer ferimento sentido pela criatura era compartilhado entre todas as criaturas próximas - sem falar que o golpe em si, mostrou-se ineficaz por não ser mágico.

Com suas forças debilitadas, foi apenas questão de tempo para que a criatura matasse e devorasse a todos os aventureiros... Fim de carreira para eles...

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Mas o que resta depois? Onde estava o erro? Talvez em não terem explorado o suficiente, em busca de pistas, ou até mesmo itens? Talvez por acharem que o mercador não lhes poderia ajudar a não ser fazendo preços módicos em suas mercadorias? Talvez por não terem lutado como grupo? Enfim... muitas perguntas, nenhuma resposta.

E quanto ao grupo que chegou depois, e não salvou Laureana do destino terrível? Quem são eles? O que pretendem? Por que disseram que "não adianta salvar apenas um"? Que diabólica criatura era aquela? e que experimentos estavam sendo conduzidos naquele estranho laboratório? Quem era o mestre por detrás de tudo? Realmente, muitas perguntas, nenhuma resposta.

Quem sabe um próximo grupo de aventureiros descubra a verdade...

_________________________________008

September 28, daylight...

Ops, digo, Marpenoth 15, 1372 CV - Outono do Ano da Magia Selvagem

Ao que parece, a vida transcorre bem, mesmo quando se tem muito trabalho. Afinal, existem pequenos milagres que sempre animam a vida de qualquer aventureiro...

Contudo, porém, entretanto whatever, vida de aventureiro não tem fim.
Mesmo depois de
uma animada festa de aniversário (regada a minhocas e besouros), algumas coisas ainda não correm bem.
Madeireiros desaparecidos em Immersea, e um prefeito que tá mais preocupado é com sua filha desaparecida (que na v
erdade fugiu com o namorado). Sair da festa pra procurar madeireiros, hum, desperdício de um dia de folga, mas vamos lá. Seguir os rastros pela floresta até que não foi tão difícil, difícil mesmo foi dar um jeito nos 10 orcs que haviam raptado os madeireiros. Pffff... 10 orcs e eles ainda penaram. Esse grupo tá meio desorganizado...

Mas, como já lhes haviam dito, esse desaparecimento era apenas o começo. Depois de um salvamento tranculento mas bem sucedido, o grupo foi contratado pelo prefeito para procurar por sua filha Laureana (aquela que fugiu com o namorado). Recolhendo algumas pistas, foi possível descobrir que eles haviam acampado na floresta e rumado para a Terra dos Vales - mas em determinado ponto resolveram pegar um atalho por Tilverton - péssima idéia...

Noite fria, chuvosa, e o cemitério abandonado de Tilverton à frente. Um corpo jaz no canteiro de flores malcuidadas, e logo atrás dele uma espada permanece fincada no chão. Os aventureiros não percebem a figura pequena que os observa ao longe, de cima do muro, pouco antes de ouvirem um pavoroso grito de mulher. Se esta for Laureana, é bom eles fazerem algo - e rápido.







_________________________________007

No terceiro tremor, o teto desaba com o impacto de destroços de um melef de Zaibach, arremessado violentamente por Meggido. Com isso os três estavam juntos novamente. O golem, acreditem ou não, pareceu surpreendido por um segundo. Tempo suficiente para Nucaltiva acionar os extensores laminados dos braços de seu robô, que envolveram o braço e o torço do golem. Faíscas e som de metal sendo riscado ecoaram pela caverna quando o "efeito moto-serra" foi ativado. O golem reagiu, mas quando começou a esmagar o melef de Hispano, Meggido o atingiu violentamente enquanto pulava para dentro da caverna. A criatura se manteve firme por pouco.

Mas a batalha não progredia de forma animadora. O golem havia esmagado melef de Nucaltiva, enquanto acertava violentamente Meggido com o outro braço, arruinando boa parte de sua blingagem. Foi então que o golem sentiu o corte profundo da serra. Um grande talho se abriu em seu torço, expondo o núcleo vital do monstro. Calíope, vendo o ponto vital vulnerável, preparou sua investida e lançou-se em direção ao peito do monstro, brandindo sua lança incandescente. O golem, para se proteger, soltou Nucaltiva e voltou um ataque contra Calíope, mas então foi contido pelas costas por Meggido que o imobilizou puxando seus dois braços para trás e expondo ainda mais o "coração" do monstro metálico.

O golpe foi fuminante. A lança trespaçou o interior do golem, destruindo o núcleo e derretendo o que encontrava pelo caminho, até que sua ponta vazou as costas do monstro parou a poucos centímetros da cabine de Meggido. Convulcionando violentamente, o golem, em fúria insana, atacou Meggido. Viktor mal conseguia se esquivar dos golpes destruidores do monstro, sofrendo sérias avarias, inclusive em si próprio. Encuralado, Viktor apenas esperou o ataque de misericórdia do golem.

No instante decisivo, juntando as últimas forças do reator de seu melef, Nucaltiva, sem alternativa, disparou o "Soul Beam". O disparo de luz atingiu as costas do golem, desintegrando grande parte de sua estrutura. Aproveitando a abertura, Meggido atacou a cabeça do monstro de aço, descarregando toda a potência elétrica que possuía, destruindo a parte superior da criatura em uma explosão. O monstro finalmente começou a cair. Nucaltiva, ferido, tentava sem sucesso sair do melef, enquanto a sombra do colosso de metal caía por sobre ele. No último instante, o halfling foi agarrado fimemente pela centaura, que correu velozmente enquanto o monstro destruía com sua queda o que restou do melef de Hispano. O som de metal retorcido preencheu a caverna.

Do outro lado, Maggido também não estava mais em condições de prosseguir. Viktor desembarcou, e evitou olhar para trás. Apenas agradeceu, silenciosamente. Os três, agora, finalmente avançaram em direção à base central.

Aproximando-se, algo assustador. Não outro colosso, nem os Magos Viscerais, ou mesmo a ameaça de Dilandau. Mas algo ainda mais aterrador, em um lugar como esse. O silêncio. Preparados, os três avançaram pela pesada e grande porta, apenas para se depararem com o que menos esperavam: absolutamente... nada! A central de comando existia, mas estava em ruínas. Vários corpos pelo chão, de magos e outros ajudandes de Zaibach, mas tudo estava destruído. Uma bola de fogo, talvez... Uma GRANDE bola de fogo, provavelmente. Mas algo ainda estava mais errado. Onde está ELE? O líder, o mentor, o grande inimigo. Onde? Mais à frente, Nucaltiva chama a atenção de seus amigos para um monte de escombros peculiar. Removendo o que estava por cima, descobriram se tratar de algo um tanto quanto arcaico... parecia... um portal.

A resposta era óbvia. Ele fugiu. Destruiu todas as provas, encobriu seu rastro, abandonou a todos para salvar a si próprio e formentar sua vingança. Calíope, em fúria e lágrimas, destruiu o que restou das instalações. Nucaltiva sentou sobre os escombros, desanimado. Viktor, pondo a baixo o escudo e a espada, ajoelhou-se lentamente sobre aquela pedra estranha, apertando a poeira e cascalho com força.

Apesar de significar o fim, a paz para Krynn e o fim do Império Negro, a maior dúvida ainda atormentava nossos heróis: ele escapou...

Mas para onde?!



_________________________________006

Anteriormente, em
A batalha ecoava com um som feroz sobre o continente perdido

Por todos os lados, tropas avançavam com força e determinação sobre o refúgio da montanha, a base final de operações do inimigo. Whitenigh liderava o esquadrão de ataque aéreo, a bordo do Cross, enquanto Vice e Mature avançavam com a artilharia pesada abrindo caminho entre construtos e esqueletos gigantes dos inimigos, que explodiam por todos os lados, vitimados por projéteis de metal a velocidades supersônicas. Finalmente, depois de tantas batalhas, o último refúgio seria vencido.

Pensando à frente dos inimigos, e movida pela promessa feita a Kalintz, Calíope avançou velozmente com a tropa de centauros e a cavalaria mecanizada, rasgando o flanco esquerdo em direção à entrada principal da base. Conforme acelerava, as faíscas de seus cascos de metal se tornavam labaredas e depois chamas ferozes, até que ela toda estivesse envolta em uma bola incandescente que cauterizava qualquer criatura no caminho. Vendo o avanço da centaura, Von Doom - que estava junto com a tropa de Whitenight - e Nucaltiva - que lutava corpo-a-corpo com os golens, junto com a infantaria - souberam que era o momento crítico: a hora do ataque final à base.



Alertando seus aliados com um sinal, a tropa se dispersou rapidamente do melef em forma de inseto humanóide do pequeno halfling. Aproveitando-se da aparente distração, os golens avançaram para destruir a máquina de Hispano, mas já era tarde. O exército que debandara se lançou ao chão bem a tempo de evitar a primeira rajada de explosões sônicas provocadas pelo bater das asas de libélulas do melef. O som ecoava muito alto e o ruído era ensurdecedor - e fatal para alguns. Os golens cristalinos explodiam em milhões de pedaços, outros rachavam e tricavam, desmoronando. Ao fim de segundos intermináveis, uma área circular de mais de 50 metros estava coberta de destroços, apenas com o melef inseto no centro. Nucaltiva ainda acenou para a tropa antes de ativar os turbo jatos e voar rapidamente ao encontro de Calíope.

Na entrada da caverna, a cavalaria mecanizada reduziu a
pedaços os últimos guardas, enquanto davam cobertura para Calíope e Nucaltiva adentrarem a base. Nesse momento, explosões no céu indicavam que a tropa de elite de Zaibach havia entrado na batalha aérea, o que poderia causar problemas. O Nimbus estava sob servero ataque. Seus canhões ainda lhe garantiam supremacia - mas não por muito tempo. Pelo brinco de comunicação, Victor avisou que estava com problemas, mas que tentaria encontrá-los mais à frente.

Adentrando a base e fulminando as tropas que ainda saíam de surpresa,
o halfling e a centaura perfuraram seu caminho até uma grande câmara circular, onde tiveram duas de suas perguntas respondidas: Não, não havia mais dúvidas. Depois daquela grande passagem à frente havia a central de operações de Zaibach, o coração do Império Negro. E sim, eles eram raros, mas existiam. Zaibach tinha golens de aço - as máquinas mais ateradoras que já pisaram sobre Krynn, capazes de destruir melefs como se fossem de brinquedo. E, claro, um deles estava ali, antes da passagem.



Preparados para a batalha, mas com a incerteza de seu desfecho, os dois aliados partiram para cima do monstro mecânico. Mesmo com toda a experiência dos dois, a batalha pendia para o lado do monstro. Até que ele conseguiu prender o melef de Nucaltiva com uma das mãos, enquanto acertava um golpe fulminante com sua espada em Calíope, estourando seu Cristal Shield e deixando-a atordoada. Nesse momento, o teto da caverna treme. E novamente em seguida. O golem olhou para o alto.

(continua...)

_________________________________005

Terminando, pra começar

Well, era uma vez, a muito tempo atrás...


Bom, ele terminou de ler quase todo o livro (a parte das regras, magia eu leio depois) e concluiu que não eram tão complexas assim quando ele achava. Em certo ponto lembram GURPS, pois dão soluções numéricas pra qualquer coisa. (espera... espera... espera...)


Talvez seja preciso um acompanhamento mais minucioso nas horas dos ataques de oportunidade e tipos de ações, mas isso a gente se acostuma com o tempo (espera... sono... espera... sono...)

Mas agora eles vão pro que interessa: hora de definir quem vão ser as cobaias! Ele já tem todas as fichas personalizadas e completas de cada classe, só precisa que os jogadores decidam qual person vão usar pra que eles possa xeroca-las. (espera... sono... câimbra... espera... sono... câimbra...)

Uma pseudo-história de personagem resolve a parte do passado, todo mundo vai ser natural do reino de Cormyr ou Terrras dos Vales próximos. Então digam raça, classe e demais características. E todos vão começar no level 2.

A enfermeira má tá demorando tanto.... Tá me dando um sooooooooooooono... Mas eu vou esperar ela chegar, aí eu pulo nela e... e... ZZZZzzzzZZZZzzzzZZZZzzzzZZZZzzzz...





"Está cansado do mundo ao seu redor? Seja bem vindo a meu mundo, onde reina a magia e dragões voam pelos céus. A beleza enche teus olhos e qualquer um pode buscar a glória de um trono! Sim, claro, podes fazer isso em teu mundo também, mas é muito mais DIVERTIDO aqui!"

Elminster
Dungeons & Dragons 2nd Edition

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Regras Fundamentais do RPG: 1 - O Mestre está sempre certo e ele pode fazer tudo, inclusive as regras; 2 - A vida é injusta, por isso que o Mestre está mestrando e não na Disneylândia brincando com o Pateta; 3 - Em caso de Dúvida, assuma que os jogadores estão errados.